Nutrição no processo de envelhecimento

A alimentação das pessoas que estão no processo de envelhecimento  é um assunto muito importante. Não raro acontecem casos de idosos que ficam sem, ao menos, uma refeição por dia ou não chegam a ingerir 1000 calorias numa mesma refeição.

Nessa fase da vida é comum haver um desinteresse por doces e salgados porque tanto o olfato quanto o paladar ficam reduzidos, a produção de saliva se reduz de forma considerável e a mastigação e a deglutição se tornam dificultosos impactando significativamente na quantidade e na qualidade da ingestão do alimento fazendo com que os idosos não sintam mais o sabor dos alimentos da mesma forma como quando jovens e, por isso, passam a se alimentar com menos frequência e qualidade. Acresça-se a essa lista: depressão, uso excessivo de fármacos, problemas odontológicos, doenças que afetam o metabolismo e a aceitação alimentar e fatores socioeconômicos como contribuintes para essa realidade.

Diante desse quadro, é grande o risco de subnutrição e a preocupação se torna uma constante devendo-se, portanto, ficar de olho no prato e na perda de peso do idoso.

É imprescindível que as refeições para os idosos sejam feitas sempre nos mesmos horários e com as pessoas do seu convívio, que sejam prazerosas, diversificadas e coloridas para melhorar a aceitação, estimular os sentidos (visão, olfato e paladar) e proporcionar a socialização e o acolhimento.

Texto selecionado e revisado por geriatra e gerontólogo.

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